Não é difícil encontrar alguém que diga que Manaus não presta.
É generalizado o motim. Independentemente de ser Manaura ou não.
Sem entrarmos no mérito, isso nem deve estar longe de ser a verdade.
Há muito o que se fazer. Muito mesmo.
E quando se pensa em dar um passo longo, para que se veja muito claro os avanços
nos deparamos com ausência de divulgações televisivas, jornalísticas e outdoors,
o que seria normal para se atingir a quantidade de público desejada.
Quero dizer que só de imaginar, Sin House é um berço. E dos de cristal.
Criar espaço para uma cena musical a nível nacional é pra poucos. Principalmente em um lugar onde, não necessarimente, se tem.
Logo, como já se descobriu na pele, se a vontade for de se firmar mesmo, é preciso realmente ter cautela.
O povo daqui, definitivamente, quer se firmar também.
Dos bem menos de 100, de uma lista de quase 300 (mínimo) que se esperavam, nem tudo era alegria. Mas até essa ausência de alegria pode
ser pensada de uma forma positiva. Havia uma vergonha que rondava algumas mentes inconformadas de não entender como muitas outras pessoas
não podiam estar presentes vivendo aquele novo espaço.
Destaque para essa grande problemática que ainda existe, afinal, foi o assunto mais -tocado- nos dias de "Rock".
Fácil, fácil era possível falar com os responsáveis pela casa.
E por enquanto é só. Ainda devemos pensar que ainda há algumas coisas a se equilibrar enquanto houver muita vontade sem possibilidades.
De forma bem recíproca.
Ainda bem que já se descobriu que a consciência disso tudo já faz parte dos agentes que encabeçam essa questão.
Quem realmente deve saber.
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