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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Phoenix


Do Phoenix não há muito o que falar.
Estamos falando de uma das bandas do atual Pop/Rock que, merecidamente, mais faladas, e qual mais conquistou pessoas que querem escutar música fácil e bonita.

Deve-se atentar o porquê de após uma única audição, já sentimos que conhecíamos todas as músicas, afinal a fórmula:

refrão extre-mega martelante + idéias cotidianas e sonoridades próxima = não deve ser coincidência.

Só pra começar, por curiosidade, vide e ateste:
-Lisztomania
"...Do let, do let, do let, jugulate, do let, do let, do..."
-Rally
"...talk, talk, talk..."
-Long Distance Call
"...It's never been like that, It's never been like that, It's never been like that, It's never been like that..."
-1901
"...Falling, falling, falling, falling..."
-Lasso
"...Where would you go, Where would you go, With a lasso? Could you run into, Could you run into, Could you go and run into me?..."
-Rome
"...Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome..."
-Girlfriend
"...Well, well, well, well, well, well, well, Do you know me well? Well, well, well, well, well, well, well, Do you know me well?..."
-Armistice
"...For lovers in a rush, For lovers always, Foreign lovers in a rush, Keeping promises. For lovers in a rush, For lovers always..."

Por fim, do Phoenix há muito o que se ver, pois que se faça jus as suas grandes idéias de shows,
desde os impactos pelas músicas proporcionalmente traduzidas nas luzes, até o mosh mais humano que se pode conceber,
quando se pensar em nadar pelo público, chegar a uma guarita e agradecer.

sábado, 22 de janeiro de 2011

M.I.A.


infelizmente eu tenho algumas necessiadades,
não necessariamente boas,
mas tenho e assim, não posso negar que a M.I.A. matou alguma delas.

o funk/carioca, como se entende, a meu ver,
é de linguagem direta, sem compromisso.

obs: mal eles sabiam.

como eu disse, eu tenho algumas necessidades,
e olhar o funk/carioca da forma que ele é, pelas pessoas que o representam, não era minha praia.

entretanto, definitivamente, era apenas pelas pessoas que o representam.
ou seja, com outras necessidades. no caso, a de só rebolar, e apenas isso (é o que eles dizem ué).
não deixa de ser uma proposta, mas como já disse, não era muito a minha.

escutando o Arular, é possível descobrir que todo mundo tem necessidade de rebolar,
só que algumas pessoas só de rebolar, e outras de rebolar como se estivessem em slow/motion, pra poder perceber uma estupidez de prazeres (ou talvez de bundas).

insisto, vai da necessidade, e dos quadris.

Matisyahu


se mesmo depois do que eu disser
você continuar discordando de mim,
te desejo, no mínimo, boas risadas de mim, que jamais tinha pensando em fazer propaganda de algum rasta.
hoje: Matisyahu.

não é difícil ouvir falar nesse judeu e seus dois últimos álbuns: "Youth" e "Lights", que atingiam algum nível de popularidade provavelmente por seu hip-hop,
mas é "Shake off the dust... Arise" nosso foco.

o Reagge em si já é algo bem religioso, queira ou não. agora, escuta-lo de forma mais ecoada, nem que seja na voz, eleva o nível de espiritualidade de uma forma tremenda.

eleva também a perspectiva de poder ser mais do que era, e mostrar coisas que jamais, pessoas como eu, esperariam.

é muito bonito! eu digo, e preciso dizer exclamando (voando talvez).

legal também é que não foje do que conhecemos como Reagge, apesar de se diferenciar. parece que obedece uma evolução natural que tinha que acontecer uma hora ou outra.
acima de qualquer coisa, é muito bom ouvir intenções que sabem se respeitar, ou seja, um Reagge que quer ser Reagge, porque só pode ser Reagge.

no final das contas, pra quem já gostava de Reagge, pode chegar pra mim e dizer "eu te avisei...".

e é claro que isso não é tudo. e eu não posso dizer que gosto de reagge, eu tento gostar de música, e essa idéiazinha me soou muito bem.
tanto que, se um dia você quiser escutar forças que parecem vir da natureza, eu recomendo.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Sin House

Não é difícil encontrar alguém que diga que Manaus não presta.
É generalizado o motim. Independentemente de ser Manaura ou não.

Sem entrarmos no mérito, isso nem deve estar longe de ser a verdade.
Há muito o que se fazer. Muito mesmo.

E quando se pensa em dar um passo longo, para que se veja muito claro os avanços
nos deparamos com ausência de divulgações televisivas, jornalísticas e outdoors,
o que seria normal para se atingir a quantidade de público desejada.

Quero dizer que só de imaginar, Sin House é um berço. E dos de cristal.
Criar espaço para uma cena musical a nível nacional é pra poucos. Principalmente em um lugar onde, não necessarimente, se tem.

Logo, como já se descobriu na pele, se a vontade for de se firmar mesmo, é preciso realmente ter cautela.

O povo daqui, definitivamente, quer se firmar também.

Dos bem menos de 100, de uma lista de quase 300 (mínimo) que se esperavam, nem tudo era alegria. Mas até essa ausência de alegria pode
ser pensada de uma forma positiva. Havia uma vergonha que rondava algumas mentes inconformadas de não entender como muitas outras pessoas
não podiam estar presentes vivendo aquele novo espaço.

Destaque para essa grande problemática que ainda existe, afinal, foi o assunto mais -tocado- nos dias de "Rock".
Fácil, fácil era possível falar com os responsáveis pela casa.

E por enquanto é só. Ainda devemos pensar que ainda há algumas coisas a se equilibrar enquanto houver muita vontade sem possibilidades.
De forma bem recíproca.

Ainda bem que já se descobriu que a consciência disso tudo já faz parte dos agentes que encabeçam essa questão.
Quem realmente deve saber.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Whitest Boy Alive



"Dreams" é álbum de 2006.

Mas não tão tardio de ser apreciado. Parece que ninguém mais quer fazer música no formato: bateria, baixo, guitarra, voz.

Com sonoridade fácil e certeira, às vezes até a simplicidade da banda, se confunde na verdade com singelitude pelo tremendo espaço que é dado para guitarra fazer do seu brilho e sua firmesa o que bem entender. Não é difícil de identificar similaridades sonoras, a questão muda é na disposição e na duração que ficam os instrumentos.

Mas Erlend Øye, também Kings of Convenience, já sabia disso tudo.
Realmente espaçoso, sabe de suas propriedades.

Caramba! parece que nenhuma nota se quer distorcer, nem quando emboladas.

É nessas, horas que todo mundo que um dia gostou de guitarra, provavelmente pensa em plagia-los, pra poder fazer música própria de qualidade, tocar em bailinhos e ganhar todas as menininhas.