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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Wilco - Born Alone
sábado, 25 de junho de 2011
Ouça: nova música de Chico Buarque
O novo álbum, entitulado Chico, teve sua pré-venda iniciada neste dia 20 pelo preço de R$ 29,90, mas é possível encontrar a primeira faixa para download gratuito. No site oficial deste trabalho, além de poder comprar o disco, você pode assistir vídeos dos bastidores das gravações.
O lançamento oficial está marcado para o dia 20 de julho.
Ouça: Wilco - I might
I might seria (ou será?) lançada em julho, mas já está disponível na internet. A novidade é que este single marca a estréia da gravadora da banda, a dBpm Records.
Get Well Soon Everybody, como será chamado o oitavo ábum da banda, tem previsão para setembro deste ano.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Humor: Jack White desperta espírito rock em Stephen Colbert
Resultado disso foi o lançamento do single Charlene II (I'm over you) de Stephen Colbert com The Black Belles.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Bon Iver: ouça o novo disco faixa a faixa
Bon Iver, Bon Iver estará em breve na loja mais próxima da sua casa =)
terça-feira, 21 de junho de 2011
Radiohead - Staircase
Staircase foi gravada numa sessão que ainda está por vir do programa From the basement, do ilustríssimo "sexto elemento" Nigel Godrich e conta com a participação do baterista Clive Deamer.
Como todo fã, espero que venham mais novidades nesse programa, que já deve ter a perfomance de The butcher e Supercollider, ambas lançadas após o The King of Limbs.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Bibio
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Radiohead
Nossos posts eram de discos clássicos, não tão atualizados pra época da publicação, pois, na verdade, obedeciam ao nosso tempo de digestão da obra.
Hoje, vamos abrir uma exceção para compensar, e falar, quase que instantamente, do lançamento de provavelmente, o disco mais esperado de 2011:
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Kanye West - My beautiful dark twisted fantasy





“Falando em” Bom Iver – Woods, Kanye West concordaria comigo (curiosidade I: Conta-se que West fez com que Justin Vernon viesse de avião para o seu estúdio em Oahu, após aparentemente mostrar interesse em samplear uma das músicas de Bon Iver.). E nós concordamos com Kanye West. Até a Taylor Swift vai concordar com ele depois que ouvir o My Beautiful Dark Twisted Fantasy.
- 5º disco;
- Maximalista;
- Eriçado;
- Corolário;
- Incessantemente rodeada por adjetivos carregados e entusiastas;
- "melhor álbum de sua carreira", "álbum do ano" Rolling Stones (EUA) e Pitchfork;
- 5 capas (por George Condo e sua natureza bizarra) e 1 veto moralista;
- Inovação por mini-clipe: “Power” - 1 minuto e 34 segundos;
- Inovação por mega-clipe: “Runaway” – 34 minutos e 33 segundos;
- 500.000 mil cópias vendidas na primeira semana;
- Muita gente com medo de escutar o disco;
- Muita gente com medo de elogiar o disco;
- Pode ser mesmo injusto, quando pensamos de forma mais sedimentada o que o disco possa vir a definir, mesmo tamanho conjunto de acontecimentos à contra-relógio. Mas essa lógica sempre foi assim. E parece que não se termina de ouvir o disco com uma impressão menor que “é o melhor disco que eu poderia ter escutado nesse instante na minha vida”, isso faz parte;
- Pode não ser a obra Wagneriana, entretanto, dá continuidade a uma carreira completamente conseqüente;
- Seguro afirmar que é o mais inspirado projeto até agora;
- Não devemos pensar Mr. West apenas como Rapper, mas também como ícone fashion, amigo do Justin Biber, apaixonado pelo Michael Jackson, inspirado pelo The Killers, suicida (quando compara Chris Martin com Paul McCartney) e principalmente, músico;
- De grande fôlego, de alma épica (com alguns traços de megalomania, resolvidos pela boa produção), ultrapassa as barreiras do Hip Hop e do Pop, transitando da Música Africana ao Rock Progressivo;
- Composto por uma penca de convidados especiais: Bon Iver, Fergie, Chris Rock, Elton John, Raekwon, Jay Z, Charlie Wilson, RZA mais a proeminência da música atual: Kid Cudi, Cyhi Da Prynce, Rick Ross, Nicki Minaj, Rihanna, Dwele, Alicia Keys, The Dream, Tony Williams, Elly Jackson, La Roux, Ryan Leslie, Pusha T., John Legend, Swizz Beatz;
- Os samplers passam de Mike Oldfield, Manu Dibango, Aphex Twin, Turtles a “21st Century Schizoid Man” da grande King Crimson, até clássicos do soul, como “Will You Love Me Tommorow?”, interpretado por Smokey Robinson. Outros mais raros como “It´s Your Thing” do Cold Grits, “Expo 83” da The Backyard Heavies, a “Afromerica” de Continent Number 6 e por último, o pilar Gil Scott-Heron em “Comment#1”, falando a poesia na forma como ficou conhecido, fora as percussões que aparecem desde a música “Lost in this World” até “Who Will Survive in America”;
- “Se Deus tivesse um iPod, eu estaria na playlist dEle” (pois é, nosso Dropout Bear é um cara marrento, arrogante. Se acha mesmo. Recentemente, trocou parte da arcada dentária inferior por uma estrutura de diamante e é por isso que ele também é um evento ambulante);
- A verborragia tradicional das músicas de Hip Hop aqui é o corpo, logo, no corpo, pode-se vestir o que bem se entender, por isso, procurem acreditar que as maiores inspirações do disco foram Maya Angelou, Gil-Scott Heron e Nina Simone (Curiosidade II: Se ausentaram, não confirmaram ou tiveram as faixas gravadas dispensadas da tracklist: T.I., Drake, Common, Eminem, Lil' Wayne, M.I.A., Seal, Mos Def e Santigold. Vamos esperar os singles);
Da nossa geração, provavelmente um dos artistas em maior potencial a fazer dos seus adjetivos de gênio, realidade. E eu realmente torço para que isso aconteça.
Esse disco tem potencial para mudar a história, afinal, pra começar, mudou sinceramente a minha. Resta saber quais mais eventos esse disco historicamente trará.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Bon Iver - Woods
http://www.youtube.com/watch?v=9BWX_olRFLI
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Woods

At rear House é um álbum tão caseiro que, fora a sonoridade completamente baixa e algumas faixas estranhas, onde é possível ouvir exclusivamente gatos e crianças cantando, quem escuta é convidado a ficar completamente despreocupado com qualquer coisa diferente de ser sincero. É tipo se sentir seguro, ficar pelado, ter insônia, ou se jogar na cama morrendo de sono.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Jessie J

fisicamente lembra a Katy Perry;
algumas roupas alá Lady Gaga;
postura da Beyonce;
potencial da Amy Winehouse;
e com certeza você vai fazer comparações com a voz da Kelly Clarkson;
mas a questão é a seguinte:
atire a primeira pedra quem nunca se impressionou com consciências orgânicas?
vou traduzir - sabe aquele artista que conseguiu, ou tocar muito rápido, ou conseguiu desenvolver uma idéia extremamente além, porém óbvia, ou se tocou que uma das coisas mais legais são refrões chicletes? qualquer coisa do tipo que fira nos impressões normais.
pois é, "who you are" nem foi lançado e já promete ter músicas que você já vai ouvir só de ligar o rádio. a música título do disco que nos diga.
pelo menos, quando chegar no instante 03:27 da música, você vai se revoltar de forma positiva, por não entender como tal proeza e tanta vontade juntas são possíveis, afinal não é todo dia que alguém se esguelando, consegue ter domínio do que faz.
não é difícil entender, só é tentar fazer igual.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Banana Punk
Não é difícil entender o que é punk.
Tanto que nem é difícil encontrar uma banda punk.
Fato é que hoje em dia, queira ou não, não mais tão fácil ouvir algo estritamente punk.
Mais difícil ainda é existir isso em Manaus (você sabe onde é Manaus?)
Nada mais punk. E dos fodas.
Obs1: Disponibilizar um link, perderia a graça de você procurar e achar sons gravados de um celular.
Obs2: Heróis.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Phoenix

Do Phoenix não há muito o que falar.
Estamos falando de uma das bandas do atual Pop/Rock que, merecidamente, mais faladas, e qual mais conquistou pessoas que querem escutar música fácil e bonita.
Deve-se atentar o porquê de após uma única audição, já sentimos que conhecíamos todas as músicas, afinal a fórmula:
refrão extre-mega martelante + idéias cotidianas e sonoridades próxima = não deve ser coincidência.
Só pra começar, por curiosidade, vide e ateste:
-Lisztomania
"...Do let, do let, do let, jugulate, do let, do let, do..."
-Rally
"...talk, talk, talk..."
-Long Distance Call
"...It's never been like that, It's never been like that, It's never been like that, It's never been like that..."
-1901
"...Falling, falling, falling, falling..."
-Lasso
"...Where would you go, Where would you go, With a lasso? Could you run into, Could you run into, Could you go and run into me?..."
-Rome
"...Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome, Rome..."
-Girlfriend
"...Well, well, well, well, well, well, well, Do you know me well? Well, well, well, well, well, well, well, Do you know me well?..."
-Armistice
"...For lovers in a rush, For lovers always, Foreign lovers in a rush, Keeping promises. For lovers in a rush, For lovers always..."
Por fim, do Phoenix há muito o que se ver, pois que se faça jus as suas grandes idéias de shows,
desde os impactos pelas músicas proporcionalmente traduzidas nas luzes, até o mosh mais humano que se pode conceber,
quando se pensar em nadar pelo público, chegar a uma guarita e agradecer.
sábado, 22 de janeiro de 2011
M.I.A.

infelizmente eu tenho algumas necessiadades,
não necessariamente boas,
mas tenho e assim, não posso negar que a M.I.A. matou alguma delas.
o funk/carioca, como se entende, a meu ver,
é de linguagem direta, sem compromisso.
obs: mal eles sabiam.
como eu disse, eu tenho algumas necessidades,
e olhar o funk/carioca da forma que ele é, pelas pessoas que o representam, não era minha praia.
entretanto, definitivamente, era apenas pelas pessoas que o representam.
ou seja, com outras necessidades. no caso, a de só rebolar, e apenas isso (é o que eles dizem ué).
não deixa de ser uma proposta, mas como já disse, não era muito a minha.
escutando o Arular, é possível descobrir que todo mundo tem necessidade de rebolar,
só que algumas pessoas só de rebolar, e outras de rebolar como se estivessem em slow/motion, pra poder perceber uma estupidez de prazeres (ou talvez de bundas).
insisto, vai da necessidade, e dos quadris.
Matisyahu

se mesmo depois do que eu disser
você continuar discordando de mim,
te desejo, no mínimo, boas risadas de mim, que jamais tinha pensando em fazer propaganda de algum rasta.
hoje: Matisyahu.
não é difícil ouvir falar nesse judeu e seus dois últimos álbuns: "Youth" e "Lights", que atingiam algum nível de popularidade provavelmente por seu hip-hop,
mas é "Shake off the dust... Arise" nosso foco.
o Reagge em si já é algo bem religioso, queira ou não. agora, escuta-lo de forma mais ecoada, nem que seja na voz, eleva o nível de espiritualidade de uma forma tremenda.
eleva também a perspectiva de poder ser mais do que era, e mostrar coisas que jamais, pessoas como eu, esperariam.
é muito bonito! eu digo, e preciso dizer exclamando (voando talvez).
legal também é que não foje do que conhecemos como Reagge, apesar de se diferenciar. parece que obedece uma evolução natural que tinha que acontecer uma hora ou outra.
acima de qualquer coisa, é muito bom ouvir intenções que sabem se respeitar, ou seja, um Reagge que quer ser Reagge, porque só pode ser Reagge.
no final das contas, pra quem já gostava de Reagge, pode chegar pra mim e dizer "eu te avisei...".
e é claro que isso não é tudo. e eu não posso dizer que gosto de reagge, eu tento gostar de música, e essa idéiazinha me soou muito bem.
tanto que, se um dia você quiser escutar forças que parecem vir da natureza, eu recomendo.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sin House
É generalizado o motim. Independentemente de ser Manaura ou não.
Sem entrarmos no mérito, isso nem deve estar longe de ser a verdade.
Há muito o que se fazer. Muito mesmo.
E quando se pensa em dar um passo longo, para que se veja muito claro os avanços
nos deparamos com ausência de divulgações televisivas, jornalísticas e outdoors,
o que seria normal para se atingir a quantidade de público desejada.
Quero dizer que só de imaginar, Sin House é um berço. E dos de cristal.
Criar espaço para uma cena musical a nível nacional é pra poucos. Principalmente em um lugar onde, não necessarimente, se tem.
Logo, como já se descobriu na pele, se a vontade for de se firmar mesmo, é preciso realmente ter cautela.
O povo daqui, definitivamente, quer se firmar também.
Dos bem menos de 100, de uma lista de quase 300 (mínimo) que se esperavam, nem tudo era alegria. Mas até essa ausência de alegria pode
ser pensada de uma forma positiva. Havia uma vergonha que rondava algumas mentes inconformadas de não entender como muitas outras pessoas
não podiam estar presentes vivendo aquele novo espaço.
Destaque para essa grande problemática que ainda existe, afinal, foi o assunto mais -tocado- nos dias de "Rock".
Fácil, fácil era possível falar com os responsáveis pela casa.
E por enquanto é só. Ainda devemos pensar que ainda há algumas coisas a se equilibrar enquanto houver muita vontade sem possibilidades.
De forma bem recíproca.
Ainda bem que já se descobriu que a consciência disso tudo já faz parte dos agentes que encabeçam essa questão.
Quem realmente deve saber.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Whitest Boy Alive

"Dreams" é álbum de 2006.
Mas não tão tardio de ser apreciado. Parece que ninguém mais quer fazer música no formato: bateria, baixo, guitarra, voz.
Com sonoridade fácil e certeira, às vezes até a simplicidade da banda, se confunde na verdade com singelitude pelo tremendo espaço que é dado para guitarra fazer do seu brilho e sua firmesa o que bem entender. Não é difícil de identificar similaridades sonoras, a questão muda é na disposição e na duração que ficam os instrumentos.
Mas Erlend Øye, também Kings of Convenience, já sabia disso tudo.
Realmente espaçoso, sabe de suas propriedades.
Caramba! parece que nenhuma nota se quer distorcer, nem quando emboladas.
É nessas, horas que todo mundo que um dia gostou de guitarra, provavelmente pensa em plagia-los, pra poder fazer música própria de qualidade, tocar em bailinhos e ganhar todas as menininhas.

